CREDIPE - Filiada ao Sistema Unicred

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Posse do Conselho Fiscal

Aconteceu no dia 07 de junho de 2010 às 17h30min, na sede da CREDIPE, a posse do Conselho Fiscal, eleito na AGO 2010, mandato 2010-2011. 

O evento da posse contou com a presença de diretores, conselheiros e colaboradores. 

O Presidente Executivo, Givaldo Macedo, dando início a solenidade, comunicou aos presentes que o Banco Central do Brasil homologou, através do Comunicado nº 19.753, em despacho de 25 de maio de 2010, os nomes dos membros do Conselho Fiscal eleito na AGO/2010.

Na ocasião, teceu comentários sobre a importância e responsabilidade do Conselho, e em nome de todos que fazem a cooperativa, deu as boas-vindas aos novos integrantes. Também comentou sobre a importância de investir na capacitação e treinamento a partir de cursos promovidos pela cooperativa, a exemplo do “Curso Básico de Cooperativismo”.

Após o pronunciamento de alguns conselheiros, externando a vontade de colaboração com o novo Conselho Fiscal, foram empossados em seus respectivos cargos com mandato até a posse dos eleitos na AGO de 2011, os membros do Conselho Fiscal:

Membros Titulares
Carlos Alberto Sales de Almeida
Jadson Cardoso dos Santos
Saulo Santos de Freitas

Membros Suplentes
Adalcides Ângela Lima Richter
Dorgival José de Oliveira Júnior
Pedro Paulo dos Santos

Ao final foi servido um coquetel a todos os presentes.


Conselho Fiscal eleito na AGO 2010
Da esquerda para a direita: Dorgival Júnior,
Saulo Freitas, Adalcides Ângela,
Carlos Alberto e Pedro Paulo.
O evento contou com a presença de diretores, conselheiros, e colaboradores. 

 

Matéria publicada no Jornal do Commercio, dia 25/04/2010, no caderno de Economia, intitulada:

Cooperativa de crédito, a alternativa aos bancos.
Ainda pouco exploradas no Brasil, as cooperativas oferecem boas opções para quem está interessado em algum tipo de financiamento. Até bancários já estão recorrendo a este tipo de organização.

Por Carla Seixas

Imagine uma realidade financeira onde é possível pedir dinheiro emprestado, pagar juros baixos e, ao final do ano, ainda receber um extra com o resultado do lucro sobre as operações realizadas pela empresa em questão. 0 que parece algo totalmente irreal é uma das diretrizes das cooperativas de credito, com grande potencial de mercado em qualquer economia, mas ainda pouco usadas por aqui. Hoje, de todas as operações realizadas, somando um estoque no sistema financeiro de R$ 3,6 trilhões, apenas 1,9% parte das cooperativas de credito. Na Europa, alguns paises chegam a 30%.

É algo que termina sendo um contra-senso em meio a uma população com renda inferior a européia, por exemplo, mas que insiste em usar taxas de juros mais elevadas, ao contrário de fomentar e propagar as alternativas mais baratas como o cooperativismo. A viabilidade do processo é tanta que hoje os funcionários do Banco do Brasil (BB) tem a opção de se livrar das taxas da própria instituição na hora de uma operação de crédito e lançar mão de uma cooperativa.

Desde 1984, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais LTDA (Cooperforte) atende os funcionários com juros que hoje variam entre 1% e 2%, dependendo do tipo de operação e do tempo de financiamento. Em muitos bancos, as taxas mensais de CDC chegam a 2,5% e 3%.

Segundo o balanço publicado em março pela Cooperforte, com referência ao encerramento de dezembro de 2009, são R$ 365,5 milhões em operações financeiras, provenientes das demandas de parte dos 102 mil cooperados. Embora tenha sido criada pelos funcionários do Banco do Brasil, hoje o estatuto permite a inclusão de trabalhadores vinculados ao Banco do Nordeste, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e da Caixa Econômica Federal (CEF).

As cooperativas no Brasil somam R$ 68,7 bilhões em carteira de crédito divididas entre, segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), 1.405 cooperativas, das quais 12 operam em Pernambuco. Elas são normalmente vinculadas a uma central, grupo maior e que auxilia as chamadas singulares na hora de dar lastro financeiro para as operações. No Nordeste, a central utilizada é a Unicred. A meta desse formato de crédito para concorrer com os gigantes do sistema financeiro brasileiro é ofertar juros menores nos empréstimos e um retorno financeiro igual ou superior no caso das aplicações. E hoje é possível financiar desde um carro, no formato direcionado especificamente para essa finalidade, até um liquidificador a partir do momento em que concede dinheiro para qualquer finalidade nos empréstimos pessoais.

PROSPECÇÃO Credipe tem profissionalizado equipe para divulgar seu trabalho e atrair cooperados, diz Givaldo
ATENDIMENTO Juriscoope tem como objetivo ampliar em 20% o número de cooperados, hoje em 1.499

 

Meio jurídico está organizado

O presidente da Juriscoope - uma cooperativa formada para atender aos magistrados, promotores de Justiça, procuradores e defensores Públicos, servidores do Judiciário em Pernambuco, além do TRE e do TRT -, Gabriel Cavalcanti, hoje, tem como meta crescer 20% o número de coopera dos sobre o total de 2009 (1.499).

"Temos R$ 5 milhões de capital social e um total de R$ 19,2 milhões emprestados", comenta. Ele acredita no potencial desse mercado como forma de difundir o crédito, sem fins lucrativos e, para tanto, tentará elevar a participação do interior. "O cooperado pode usar a internet para fazer suas operações. Com essa facilidade, vamos dar mais atenção ao interior", projeta. O potencial da cooperativa é de 8 mil pessoas, mas menos de 20% aderiu ao longo dos nove anos de operação.
Entre os pontos ressaltados por Cavalcanti, está a possibilidade de o cooperado ter parte dos recursos pagos à cooperativa de volta. "Como não há objetivo de lucro no sistema de cooperativa, toda sobra bruta é repartida entre os participantes. Em 2009, por exemplo, tivemos R$ 1,5 milhão para repartir", comenta ele. As chamadas cotas de cada cooperado depende do total aplicado por ele e do volume de operações feitos na cooperativa.

A Credipe, outra cooperativa de crédito de Pernambuco, surgiu para atender à demanda dos auditores fiscais do Estado, mas hoje pode operar com o contingente do Executivo estadual e do Legislativo. Mas, apesar do potencial girar em tomo de 180 mil nomes, soma atualmente 2.600 cooperados. "A gente tem profissionalizado a equipe para divulgar e buscar mais esse cooperado. Estamos com gente visitando os órgãos para prospectar mais cooperados", revela o presidente da Credipe, Givaldo Soares. A Credipe hoje tem R$ 6 milhões de capital próprio, com carteira de R$ 30 milhões. Soares reconhece que o mercado é grande, mas que os bancos terminam sendo muito mais agressivos na divulgação dos seus produtos e conquistando mais espaço.

BARREIRA - Uma das barreiras para o crescimento desse formato de crédito pode estar na contribuição mensal necessária para formar o capital do grupo. O valor normalmente é pautado por 0,5% do salário do trabalhador.
Na Juriscoope varia entre R$ 20 e R$ 98. Ou seja, é preciso pagar para retirar um empréstimo mais em conta. Os envolvidos no processo rebatem alegando que facilmente os balanços terminam por proporcionar participação nas operações, havendo muitas vezes o retomo desse valor ao final do exercício e que a falta de fins lucrativos é uma forte garantia de taxas mais baixas.

 
CURSO BÁSICO DE COOPERATIVISMO
Instrutor:
José Admilson Fagundes de Oliveira
 

 

O curso aconteceu conforme previsto no dia 20 de junho de 2009 no Auditório do Sescoop/PE, ministrado pelo Sr. José Admilson Fagundes de Oliveira.

Contou com a presença de colaboradores e cooperados da CREDIPE, Unicred Recife, Juriscoope e Federalcred.

O curso contribuiu com a divulgação da doutrina cooperativista, além de agregar valor à própria formação profissional e pessoal de todos os presentes.

 

 

 

 

 
 

 



 

 
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